sábado, 1 de maio de 2010

Mãe, cadê meu pai?!

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Ser mãe solteira não é fácil! E ser mãe solteira na adolescência é mais complicado ainda! As facetas dessa complicação são várias; mas, no meio dessa confusão toda, o que se deve considerar como mais importante é o bem-estar das crianças.

É absolutamente normal que a criança ame seu pai. E, é claro, que esta sempre perguntará por ele. Toda criança precisa saber quem é o seu pai, o que seu pai faz e, o mais importante, que esse pai a ama. E mais: toda criança se sente mais segura quando percebe que o relacionamento dos pais é bom. Portanto, atenção para esse item!

Jamais fale mal ou menospreze o pai na frente das crianças, pois, se agir assim, você não fará mal a mais ninguém, a não ser à criança. Jamais coloque barreiras na relação pai e filho, pois essa relação não é um direito do pai, e sim da criança. Mas também não pressione o pai a ficar com a criança, porque toda criança sabe quando não é bem-vinda e quando não é amada... E esses momentos que o pai passa com ela “por obrigação”, podem ser mais frustrantes que edificantes.

Pai, por pior que seja, é pai! E, segundo os psicólogos, todas as crianças, principalmente os meninos, precisam de uma figura paterna pelo menos até o segundo ano de idade; melhor ainda se houver uma convivência até os quatro anos, porque é até essa fase da vida que se forma o subconsciente da pessoa, é até esse estágio que vai ser definida boa parte de sua personalidade e maneira de ser. Por isso, mamãe, tenha muita paciência e sustente com coragem toda essa carga, pois passa rápido!

Mas, se for realmente impossível estabelecer uma relação pai-filho satisfatória, outra pessoa poderá não substituir, mas fazer as vezes da figura paterna na psique da criança, como um parente, um amigo ou um professor.

Em todo caso, a mãe que educa, cuida e protege seu filho sozinha tem que procurar ser mãe e pai, portanto, quando você estiver sem paciência, “de saco cheio”, respire fundo e pense: “agora é a vez do pai!” É como se fosse um teatro: adote um tom da voz mais firme, desenvolva brincadeiras mais “brutas”, seja menos passional e mais racional... Costuma dar certo!

E atenção mães solteiras que morem com a própria mãe: fiquem muito mais atentas em relação à educação dos filhos, porque normalmente as avós (e quem mais morar na casa e se achar no direito) tendem a se meter na criação dos pequenos. É importante que a criança tenha bem definido quem é o que é o que nessa história, e saber também quem é a autoridade. Isso só cabe a vocês mostrarem.

Você deve ter ouvido falar que é a mãe que carrega a barriga, que dá à luz, que amamenta, que balança... Acredite: é a pura verdade! Só nós, mães, somos capazes de fazer todas essas tarefas!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Ser MÃE?!

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Quase 30% das crianças nascidas no Brasil são de mães adolescentes entre 14 e 19 anos. O que é um choque para a família e todo o mundo que as cercam. Cada vez mais o quadro desse problema social vem aumentando. São muitos os problemas que surgem na vida dessas jovens que, até então, não tinham noção da tamanha responsabilidade que fará parte de suas vidas para sempre.
Na maioria dos casos, o risco do parto, pelo fato do corpo ainda não está totalmente formado, e os problemas psicológicos e sociais decorrentes da situação não são os únicos obstáculos enfrentados por essas adolescentes.
Claro que, hoje em dia, todas sabem dos riscos que a vida sexual ativa pode trazer; mas talvez pelo excesso de auto-confiança característica dessa fase da vida, acham que a gravidez imprevista nunca vai acontecer com elas. Feliz daquela que engravida, coitada daquela que se contamina com uma doença!
Vale ressaltar que muitas dessas adolescentes se submetem ao aborto induzido ilegal; quando o procedimento é um “sucesso” e o feto é retirado, a menina vai para casa com o ventre e coração vazios, mas muitas morrem.
Os abortos são feitos quase sempre no terceiro semestre de gestação, quando elas descobrem tardiamente a gravidez; e, algumas vezes, até no oitavo mês, quando finalmente a “mãe” consegue o dinheiro para tal.
Outras dessas meninas preferem doar a criança ao nascer, sem sequer vê-la. E algumas, depois de tê-los, ou tempos depois, abandonam o bebê em qualquer lugar.
Algumas dessas crianças são encaminhadas para órgãos responsáveis ou ONG’s, porém, muitas das que não morrem continuam na rua.
As que desejam ser mãe são surpreendidas todos os dias com um sorriso novo, uma palavra que sai de maneira engraçada, uma careta fofa, um abraço delicioso! Saber que existe um serzinho neste mundo que depende totalmente de você, que para ele você é pessoa mais importante do mundo é uma realização todos os dias! Amamentar... Aquele cheiro delicioso que só um bebê tem, o beijinho estalado, o olhar sincero, a carinha de sapeca, as descobertas simples do dia a dia, a curiosidade incessante. É a melhor coisa do mundo!
Amor de mãe é o maior amor incondicional do mundo, é puro, sincero e eterno!

“De todos os direitos de uma mulher, o maior é ser mãe.”

terça-feira, 20 de abril de 2010

Bem-Vindos

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Olá, meus queridos e queridas, até que fim, né?!
Sei que estou um pouco atrasadinha, mas, antes tarde do nunca!
Bem, apresento a vocês o meu blog, da matéria de Webjornalismo, solicitado pelo nosso professor Alfredo.
Quando pensava sobre qual tema falar, fiquei na dúvida; no início, não queria envolver nada que tivesse haver comigo; por isso, havia decidido a falar sobre o trânsito, embora me envolva, mas não diretamente. Foi aí que achei muitas dificuldades e falta de ânimo...
Pedindo opiniões e analisando as opções, tomei uma dose de coragem e decidi: vou falar de gravidez na adolescência! Por que não? É um assunto sobre o qual li muito, sobre muitos aspectos. Passava dias navegando nesses sites e lendo esses livrinhos e revistas... Sei de todas as problemáticas e o mais importante: sei tudo por experiência própria! E por que não dividi-las, mostrá-las e discuti-las?
Vou tratar das problemáticas, das dificuldades, do físico e do psicológico, e, é claro, dos bebês. E quando possível citarei episódios da minha vida que possam demonstrar o assunto em pauta.
Quero adiantar que ser mãe na adolescência não é o fim do mundo.
Espero que haja participação do público, para que tudo fique mais interessante e haja outros pontos de vistas, o que é fundamental para o crescimento de conhecimento.
É isso gente, espero que gostem e participem!

Até a próxima.
 

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